- Concepção de um espetáculo, em especial teatro de rua;
- As dificuldades de apresentar-se em espaços abertos (praças e parques);
- A receptividade do público;
- Entre outros temas.
Em uma praça pública, dois artistas preparam a apresentação do espetáculo no qual investiram suas últimas economias: um tribunal presidido pelo próprio sábio Salomão, auxiliado pela deusa da Justiça.
Mas no momento em que a encenação do julgamento das verdades está para começar, o espaço da representação é invadido por três pessoas envolvidas numa disputa por um frasco contendo algo misterioso.
Tomando aquela encenação como verdade, os três recorrem a justiça de Salomão para resolverem sua grande causa: qual deles teria o real direito à posse do objeto.
Os Artistas, vendo naquela confusão um material mais atraente do que a peça que tinham preparado, abrem a sessão onde cada um dos envolvidos contará a sua versão dos acontecimentos. Após cada um defender seu ponto de vista, um tribunal popular é estabelecido onde não só o direito à posse será decidido, como o próprio conceito de “verdade” será colocado em xeque.
Permeado de referências medievais e mitos populares, o espetáculo faz uma reflexão bem humorada do que de fato é a “verdade” e dos diversos pontos de vista sobre um mesmo fato.
Ficha Técnica
Dramaturgia: Paulo Rogério Lopes / Direção: Cuca Bolaffi / Elenco: Eloisa Elena, Cláudio Queiroz, Thiago Andreuccetti, Mauricio Mateus e Alexandre Maldonado / Canções, Produção e Direção Musical: Dr Morris / Cenário e Figurinos: Marco Lima / Iluminação: Marisa Bentivegna / Direção de Produção: Eloisa Elena / Produção Executiva: Geondes Antônio / Administração: Marina Porto / Idealização e Realização: Barracão Cultural
FOTOS DO ESPETÁCULO
Fotos de JOÃO CALDAS.
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